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No dia 27 de agosto, celebra-se o dia nacional daqueles que não desistem fácil e não têm medo de persistir. Heróis que vendem sonhos, aprendem a lidar com muitos “nãos” e se fortalecem com trabalho, foco e determinação. Estamos falando da categoria dos corretores de imóveis que, segundo dados publicados pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), já são cerca de 730 mil profissionais em plena atividade no Brasil. Um crescimento de quase 200% do quantitativo de profissionais, nos últimos quinze anos.
Por trás desses dados, estão histórias de pessoas que, graças à profissão, mudaram perspectivas de vida e alcançaram sucesso e prestígio profissional. Esta foi a aposta do corretor de imóveis Álex Souza, antigo vendedor de carros. Vindo de Rio Claro, São Paulo. Em 2024, foi convencido por um amigo a se mudar para Goiânia para trabalhar como corretor de imóveis.
“Ele disse que se eu sabia vender carros com facilidade, conseguiria, também, vender imóveis. Dito e feito: com sete dias na URBS Imobiliária eu vendi meu primeiro projeto”, comemorou. A constância na dedicação acabou levando-o a bons resultados. Ele chegava na agência da URBS às 7 da manhã e por vezes saía às 22 horas. “Era o primeiro a chegar e o último a sair”, diz.
Ao longo do dia, Aléx organizava uma base de contatos que a empresa indicava e ligava para todos. Nesse ritmo, com 20 dias vendeu outro imóvel e não parou mais de investir na carreira. “Para ter resultado é necessário ser constante. Fazer o trabalho bem feito, participar dos treinamentos, estudar. Eu literalmente coloquei meu coração no negócio”, revelou. Hoje, ele conta, tornou-se gerente de equipe e passou a ter um padrão de vida superior ao que tinha em sua terra natal.
Já Fagner Giulliano, trabalhava como despachante em uma empresa de logística, antes de começar a atuar como corretor de imóveis em 2022. “Com as mudanças no meu antigo emprego, fiquei sem trabalho e acabei zerando meus rendimentos e tendo que gastar minhas reservas. Nunca pensei em ser corretor de imóveis, mas a necessidade de mudar de rumo bateu forte à minha porta. Vi na profissão a alternativa”, disse.
Com empenho e dedicação, a primeira venda foi o marco profissional que o fez continuar na liderança em vendas. “Com poucos meses de trabalho vendi um apartamento de luxo, o qual o cliente pagou praticamente à vista”, lembra.
Fagner conta que a paciência e a força de vontade são as molas propulsoras para o sucesso na corretagem. “A pessoa interessada no imóvel era de fora da cidade e era muito ocupada. Ele compartilhou comigo que vários outros colegas o atendiam, mas o meu modo atencioso o fez querer seguir comigo”, conta ele. Graças à nova profissão, ele conta que hoje consegue oferecer muito mais conforto à família, morar melhor e administrar o tempo para ter mais lazer.
*Uma nova profissão por causa da pandemia*
Outra história marcante de transformação é a da corretora Luana Almeida, também da URBS Imobiliária. Formada em administração de empresas, há 15 anos, ela veio de São Luís do Maranhão para buscar oportunidades em Goiânia, por ser uma cidade maior. Inicialmente, sua intenção era trabalhar como empreendedora e abriu um pequeno estabelecimento de alimentação como o marido.
Tudo ia bem, mas com a pandemia, o estabelecimento teve funcionamento interrompido e, em busca de uma alternativa, resolveu trabalhar como corretora de imóveis. “Vi uma reportagem sobre a profissão, que me trouxe boas expectativas. Desde aquela matéria que assisti, comecei a estudar e buscar cursos, até que entrei no mercado. No começo, eu não conhecia ninguém aqui, e não tinha carteira de clientes. Foi um grande desafio que tive de superar com muito trabalho”.
Com o esforço e dedicação, as vendas começaram a prosperar. “Lembro-me de um projeto de 6 meses que pedi exclusividade. Era um imóvel de mais de R$1 milhão que ninguém conseguia vender. Pedi à proprietária que deixasse comigo e, ao final do prazo, consegui fechar o negócio. Dali em diante, vi que não poderia mais parar”, salientou.
Congratulada como vendedora número 1 em vendas pela URBS, em 2026, ela conta que via os colegas ganharem o prêmio e pensava que não alcançaria o mesmo feito. A corretora comemora o atual momento de sua carreira e diz que valeu a pena deixar sua cidade natal e encontrar a nova profissão em Goiás. “Aqui tenho maiores oportunidades de trabalho, de segurança e bem-estar e lazer para minha família”, salientou.
*Carreira Aquecida*
A data de 27 de agosto é considerada como Dia Nacional de Corretores de Imóveis porque é o aniversário da regulamentação da carreira no Brasil, em 1962. De lá para cá, o profissional, além de cumprir o seu papel de unir compradores e vendedores, vem assumindo o papel de consultor estratégico para orientar o cliente acerca das tendências do mercado imobiliário, crescimento das cidades, soluções de crédito e auxílio nos trâmites burocráticos que envolvem a compra e venda de imóveis.
O aprimoramento acadêmico desses agentes também é fator de progresso. Conforme dados do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), hoje, cerca de 62% da força de trabalho possui diploma de nível superior, em comparação aos 14% registrados há duas décadas. Tal especialização acompanha o ritmo acelerado da profissão que requer domínio técnico de direito imobiliário, marketing digital, estudos sobre persuasão e o uso de tecnológicas para otimizar o relacionamento com o cliente.
Conforme a pesquisa da Cofeci, 90% dos corretores superam a média de ganhos nacional. Onde quase um quinto desse grupo faz parte da parcela mais rica da população, com rendimentos que ultrapassam R$ 10 mil por mês.
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Comunicação Sem Fronteiras
Comunicação Sem Fronteiras Assessoria de Comunicação Integrada Goiânia - GO
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