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A campanha de Joscilene do Mangão continua firme e sendo acompanhada de perto pela imprensa, que tem observado os movimentos, encontros e a receptividade da candidata ao longo de sua caminhada política.
Joscilene tem se esforçado para atender as pessoas que a procuram, ouvir demandas e manter uma relação próxima com a população. A campanha segue em construção e, naturalmente, novos apoios e participações podem surgir pelo caminho.
Mas existe uma questão que não pode ser ignorada: quem colocou o próprio nome à disposição do eleitor foi Joscilene do Mangão.
Por isso, por mais que outras pessoas possam participar, apoiar, divulgar ou ganhar espaço dentro de uma campanha, a protagonista continua sendo a candidata.
Nem todo seguidor vira eleitor
Nos últimos dias, também ganhou espaço a possibilidade de participação de um cantor gospel, que foi suplente de vereador em Aparecida de Goiânia nas eleições de 2024 e obteve 1.094 votos.
Nas redes sociais, o cantor é apresentado como tendo aproximadamente 600 mil seguidores.
O número chama atenção. Mas política não funciona exatamente como uma rede social.
Aparecida de Goiânia tem aproximadamente 550 mil habitantes, e mesmo diante de uma audiência digital anunciada na casa dos 600 mil seguidores, o resultado eleitoral obtido pelo cantor em 2024 foi de 1.094 votos.
O exemplo mostra que número de seguidores não pode ser confundido automaticamente com quantidade de votos.
Um seguidor pode acompanhar um cantor pela música, pela mensagem gospel, pelo entretenimento ou simplesmente porque gosta do conteúdo publicado, sem necessariamente ter interesse em política ou intenção de votar naquele candidato.
Seguidor é audiência. Eleitor é voto. São coisas diferentes.
Somar forças é diferente de tirar o protagonismo
É natural que uma campanha procure apoios, alianças e pessoas capazes de ampliar sua visibilidade. Isso faz parte da política.
Um artista pode ajudar a ampliar o alcance. Uma liderança pode abrir portas. Uma página pode levar a mensagem a milhares de pessoas.
Mas existe uma diferença entre somar forças e transferir o protagonismo.
Joscilene do Mangão tem um projeto próprio. Foi ela quem decidiu colocar seu nome na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás. É ela quem precisa apresentar suas propostas, conquistar confiança e convencer o eleitor.
Se novos nomes chegarem para contribuir, serão bem-vindos.
Se houver espaço para cada um mostrar seu trabalho, melhor ainda.
Mas o objetivo principal não pode ser esquecido: eleger Joscilene do Mangão para a Alego.
A estrela da campanha tem nome
Em uma disputa eleitoral, todos podem contribuir. Apoios são importantes, alianças podem fazer diferença e a presença nas redes sociais ajuda a levar uma candidatura para mais pessoas.
Mas existe apenas uma pessoa que colocou oficialmente seu nome na disputa.
E, neste caso, a estrela da campanha é Joscilene do Mangão.
É o nome dela que estará na urna. É o projeto dela que será avaliado. E será o voto do eleitor que definirá se ela ocupará uma cadeira na Assembleia Legislativa de Goiás.
A campanha continua. Novos apoios podem chegar. Novas alianças podem ser construídas.
E Joscilene segue fazendo aquilo que considera essencial: caminhar, ouvir a população e apresentar seus projetos.
Porque, no fim das contas, política não se ganha apenas na internet.
Ganha-se na confiança do eleitor.
Publicado por:
Redação Goiânia -GO
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