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O calendário eleitoral se aproxima e, com ele, ressurge o pior lado da política brasileira. São os mesmos políticos que passaram quatro anos sumidos, blindados em gabinetes e inacessíveis à população. Durante o mandato, não atenderam ligações, não visitaram bairros, não ouviram o povo que enfrenta filas na saúde, falta de emprego e abandono do poder público.
Quando o eleitor tentou falar, encontrou apenas assessores, secretárias e desculpas. O cidadão virou obstáculo. O voto virou lembrança distante.
Mas basta a eleição se aproximar para o teatro começar: sorrisos falsos, abraços ensaiados e pedidos de voto como se nada tivesse acontecido.
Não caia nesse golpe em 2026. Quem só aparece em época de eleição não representa você. Exija respostas. Pergunte onde esteve, o que fez e por que virou as costas para quem confiou nele.
A verdade é simples: durante quatro anos, muitos desses políticos nem lembraram que você existia.
O voto, que deveria ser uma arma do povo, é tratado como moeda de troca. Em ano eleitoral, prometem milagres, vendem ilusões e oferecem favores. Depois de eleitos, desaparecem novamente, deixando o povo pagar a conta do abandono.
Não existe político pobre nesse jogo. Por trás das campanhas milionárias estão empresários, interesses ocultos e acordos feitos longe da população. Quem manda não é o povo — é quem banca a campanha. O eleitor, nesse sistema sujo, vira apenas um número de título.
Chega de aceitar isso como normal. Rejeite o político ausente, oportunista e mentiroso. Não vote em quem só lembra do povo quando precisa do voto.
Política sem compromisso com a população é exploração — e continuar votando nesses mesmos nomes é permitir que a mentira se repita a cada eleição.
Publicado por:
Redação Goiânia -GO
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