A Polícia Civil de Goiás (PCGO) instaurou um procedimento para apurar a denúncia apresentada por uma mulher trans contra o empresário Leandro Batista Nóbrega, proprietário do Frigorífico Goiás e conhecido nacionalmente por popularizar a marca "Picanha de Bolsonaro".

Segundo a corporação, a ocorrência foi registrada como ameaça e a investigação está sob responsabilidade da 1ª Delegacia de Polícia (1ª DP), que dará continuidade às diligências para esclarecer os fatos.

Em nota oficial, a Polícia Civil informou:

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"A ocorrência foi registrada como ameaça. Consta que a PC abriu procedimento policial para apurar os fatos. A investigação está com a 1ª DP."

De acordo com as informações divulgadas, a mulher trans, que atua como acompanhante de luxo, procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) na noite de 15 de junho, poucas horas após o encontro com o empresário, para registrar a ocorrência.

A partir do registro, o caso foi encaminhado para investigação, com o objetivo de reunir provas, ouvir as partes envolvidas e esclarecer as circunstâncias da denúncia.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou detalhes sobre o conteúdo do depoimento prestado pela denunciante nem informou se novas testemunhas já foram ouvidas. Também não há informações sobre eventual indiciamento ou outras medidas adotadas no procedimento.

Como a investigação está em andamento, a PCGO reforça que os fatos ainda serão apurados antes de qualquer conclusão.

A reportagem ressalta que Leandro Batista Nóbrega não foi condenado e permanece com a presunção de inocência, conforme prevê a Constituição Federal. O espaço permanece aberto para manifestação do empresário ou de sua defesa. Caso haja posicionamento, esta matéria será atualizada.

O Portal Agita Goiás acompanhará o andamento das investigações e publicará novas informações assim que forem oficialmente divulgadas pelas autoridades competentes.