Um caso de extrema gravidade registrado nesta quarta-feira (4), no bairro Lago Azul, em Novo Gama, chocou moradores da região do Entorno do Distrito Federal. Uma menina de apenas 2 anos morreu após dar entrada em uma unidade de saúde com lesões e hematomas pelo corpo. O padrasto foi preso em flagrante e é investigado por suspeita de violência contra a criança, incluindo possível violência sexual.

De acordo com informações divulgadas pela Polícia Militar de Goiás, a equipe médica acionou as autoridades após identificar sinais de violência no corpo da menina.

O homem teria levado a criança desacordada até a unidade de saúde e apresentado uma versão de que ela teria sofrido uma queda. Entretanto, segundo o comandante do 14º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Ricardo Edson, os sinais observados pela equipe médica não seriam compatíveis com a explicação apresentada.

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SUSPEITAS DE VIOLÊNCIA

As informações preliminares apontam que a criança estava sob os cuidados do padrasto enquanto a mãe trabalhava.

Segundo relatos divulgados pela imprensa, familiares já teriam percebido hematomas no corpo da menina em dias anteriores. A suspeita é de que os sinais de violência já vinham sendo observados antes da ocorrência que terminou com a morte da criança.

A Polícia Militar também informou que o suspeito possui registros policiais anteriores, incluindo uma ocorrência relacionada a estupro de vulnerável no estado de Mato Grosso. Essa informação deverá ser considerada no contexto das investigações, sem antecipar qualquer conclusão sobre o caso atual.

INVESTIGAÇÃO

O padrasto foi preso em flagrante e encaminhado à Polícia Civil. A mãe da criança também foi conduzida para prestar esclarecimentos.

A investigação está sob responsabilidade da Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Luziânia. Os exames periciais deverão esclarecer a causa da morte e verificar se houve violência sexual.

UM CASO QUE EXIGE RESPOSTAS

A morte de uma criança de apenas 2 anos levanta questionamentos sobre as circunstâncias da violência e possíveis sinais anteriores que possam ter sido identificados.

A investigação deverá esclarecer o que aconteceu dentro da residência, se houve violência sexual, quem tinha conhecimento dos possíveis sinais de agressão e se alguma medida poderia ter evitado a tragédia.

O caso reforça a importância de denunciar qualquer suspeita de violência contra crianças. Situações de risco podem ser comunicadas ao Disque 100 ou às autoridades policiais.

O Agita Goiás acompanha o caso e aguarda novas informações oficiais da Polícia Civil sobre o andamento das investigações.