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Em junho, um total de 462.282 famílias dos 246 municípios de Goiás estão contempladas com o Bolsa Família. Para isso, o investimento do Governo do Brasil no estado supera R$ 314,4 milhões. O valor garante um benefício médio de R$ 680,87. O cronograma de pagamentos tem início nesta quarta-feira, 17 de junho, e segue até o dia 30, de acordo com o final do Número de Identificação Social – NIS (confira abaixo).
PRIMEIRA INFÂNCIA – No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 259.905 crianças de zero a seis anos recebem o Benefício Primeira Infância em Goiás. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento para assegurar esse repasse no estado é de R$ 36,1 milhões.
COMPLEMENTARES — O Bolsa Família prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 17,8 mil gestantes, 9,6 mil nutrizes e 399,8 mil crianças e adolescentes de sete a 18 anos no estado. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 45,6 milhões.
ESPECÍFICOS — Neste mês, o Bolsa Família alcança em Goiás, em seu grupo prioritário e específico, 4,5 mil famílias com pessoas em situação de rua, 443 com pessoas indígenas, 6,2 mil com quilombolas, 88 com crianças em situação de trabalho infantil, 1,3 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 6,7 mil com catadores de material reciclável.
MUNICÍPIOS — A capital Goiânia é o município com maior número de beneficiários em Goiás neste mês, com 69,3 mil famílias atendidas. Na sequência, as cidades com maior número de famílias atendidas estão Águas Lindas de Goiás (24 mil), Aparecida de Goiânia (22 mil), Luziânia (21,1 mil) e Rio Verde (11,7 mil ).
VALOR MÉDIO — São Patrício é o município com maior valor médio de benefício: R$ 869,43 neste mês. Em seguida, aparecem Vila Boa (R$ 720,41), Aporé (R$ 718,86), Cristalina (R$ 715,35) e Cavalcante (R$ 714,53).
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NACIONAL – Em todo o país, neste mês, serão 19,34 milhões de famílias atendidas pelo Bolsa Família nos 5.571 municípios, com valor médio de benefício de R$ 677,66. O investimento do Governo do Brasil no programa de transferência de renda é de R$ 13,08 bilhões em junho.
ENFRENTAMENTO A DESASTRES – Dentro das ações de enfrentamento a desastres previstas no programa de transferência de renda para situações como secas, enchentes, inundações e eventos climáticos extremos, 207 municípios recebem o pagamento de maneira unificada, no primeiro dia do calendário. Entre eles, 124 cidades do Rio Grande do Norte, 31 na Paraíba, 27 em Pernambuco, 10 no Paraná, seis em Roraima, cinco em Sergipe, três no Amazonas e uma no Rio de Janeiro.
PRIMEIRA INFÂNCIA — No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 8,44 milhões de crianças de zero a seis anos recebem neste mês o Benefício Primeira Infância. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento é de R$ 1,19 bilhão.
COMPLEMENTARES — O Bolsa Família também prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 14,35 milhões de crianças e adolescentes de sete a 18 anos, além de 670,1 mil gestantes e 339,7 mil nutrizes. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 706,79 milhões.
ESPECÍFICOS — Neste mês, o Bolsa Família alcança, em seu grupo prioritário e específico, 282,7 mil famílias com pessoas em situação de rua, 258,9 mil com pessoas indígenas, 302,8 mil com quilombolas, 3,2 mil com crianças em situação de trabalho infantil, 56,3 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 423,4 mil com catadores de material reciclável.
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PERFIL — Entre os responsáveis familiares no Bolsa Família, 16,22 milhões são mulheres, o que representa 84% do total de chefes de família atendidos pelo programa. A transferência de renda alcançou mais as famílias negras: 36,66 milhões das pessoas beneficiárias identificaram-se no Cadastro Único como de cor preta/parda (73,2%), tanto nas áreas urbanas como rurais.
PROTEÇÃO — Outra criação da nova versão do Bolsa Família, a Regra de Proteção permite aos beneficiários permanecerem no programa por até um ano, mesmo depois de conseguirem emprego com carteira assinada ou aumento de renda. Nesse caso, a família recebe 50% do valor. Esse parâmetro atinge, em junho, 2,26 milhões de famílias, com o investimento de R$ 832,1 milhões.
REGIÕES — No recorte por regiões, o Nordeste reúne o maior número de contemplados em junho. São 8,97 milhões de beneficiários, a partir de um investimento de R$ 6,03 bilhões. Na sequência aparece a região Sudeste (5,50 milhões de famílias e R$ 3,68 bilhões em repasses), seguida por Norte (2,49 milhões de famílias e R$ 1,76 bilhão), Sul (1,32 milhão de beneficiários e R$ 889,6 milhões) e Centro-Oeste (1,03 milhões de famílias e R$ 713,12 milhões).
ESTADOS — Na divisão por unidades federativas, o maior número de contemplados em junho está na Bahia. São 2,38 milhões de famílias beneficiárias no estado, a partir de um aporte de R$ 1,58 bilhão. Na sequência está São Paulo, com 2,31 milhões de contemplados. Em outros 6 estados há mais de um milhão de integrantes do programa: Pernambuco (1,50 milhão), Minas Gerais (1,46 milhão), Rio de Janeiro (1,43 milhão), Ceará (1,38 milhão), Pará (1,28 milhão) e Maranhão (1,17 milhão).
VALOR MÉDIO NOS ESTADOS — Roraima é o estado com maior valor médio de repasse aos beneficiários em junho: R$ 735,66. Completam a lista das cinco maiores médias o Amazonas (R$ 724,47), Acre (R$ 721,04), Amapá (R$ 720,89) e Pará (R$ 698,31).
Publicado por:
Redação Goiânia -GO
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