A disputa pelo Senado em Goiás segue em aberto, apesar de uma liderança clara. É o que aponta a pesquisa divulgada nesta quinta-feira (30) pela Quaest, encomendada pela Genial Investimentos. O levantamento ouviu 1.104 eleitores entre os dias 24 e 28 de abril, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

No cenário testado, a primeira-dama do estado, Gracinha Caiado (União Brasil), aparece na frente com 22% das intenções de voto totais. Em segundo lugar está o senador Vanderlan Cardoso (PSD), com 12%, seguido de perto por Dr. Zacharias Calil (MDB), com 11%.

Na sequência, aparecem Gustavo Gayer (PL), com 10%, e Delegado Humberto Teófilo (Novo), com 8%. Alexandre Baldy (PP) soma 5%, enquanto Oséias Varão (PL) aparece com 3%.

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Os demais nomes têm desempenho mais baixo: Iure Castro (Cidadania) registra 1%, enquanto Humberto Chaves e Professor Marcelo Moreira não pontuaram.

Um dado que chama atenção é o percentual de indecisos, que chega a 16%, além de 12% que afirmam votar em branco, nulo ou não votar.


Rejeição pode pesar no resultado

A pesquisa também mediu a rejeição dos pré-candidatos, ou seja, em quem os eleitores dizem que não votariam de jeito nenhum. Nesse quesito, Vanderlan Cardoso lidera negativamente, com 26%, seguido por Gracinha Caiado, com 21%.

Outros nomes aparecem com índices relevantes, como Alexandre Baldy (16%) e Dr. Zacharias Calil (14%). Já Gustavo Gayer e Delegado Humberto Teófilo têm 12% de rejeição cada.

Entre os menos rejeitados estão Oséias Varão (7%) e Iure Castro (5%).


Eleição ainda pode mudar

Apesar da fotografia atual indicar uma liderança consolidada, o cenário está longe de definido. Apenas 35% dos eleitores afirmam que já decidiram seu voto de forma definitiva. A maioria, 63%, diz que ainda pode mudar de escolha até o dia da eleição.

Esse dado sugere que a disputa segue aberta e que os próximos meses serão decisivos, especialmente para candidatos que ainda buscam ampliar conhecimento e reduzir rejeição.


Resumo do cenário

  • Liderança: Gracinha Caiado (22%)
  • Disputa embolada do 2º ao 5º lugar
  • Alto número de indecisos (16%)
  • Maioria do eleitorado ainda pode mudar o voto (63%)