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Durante um evento público da prefeitura, entre outros, Mossoró tentou se justificar pela falta de infraestrutura no bairro Setor de Chácaras Anhanguera, transferindo a responsabilidade para a parlamentar, que foi gestora da cidade de 2009 à 2012, portanto a 12 anos.
Conforme os decretos 33, de 06 de janeiro de 2009, e o 020, de 06 de janeiro de 2010, ao contrário do que pregam Pábio e seus aliados, Lêda Borges não só, não liberou a maioria das construções no bairro, como também suspendeu por um ano e meio as obras de empreendimentos autorizados na gestão anterior.
Decreto de suspenção de construção de condomínios no St. Chácaras Anhanguera de 2009 Decreto de suspenção de construção de condomínios no...
Decreto de suspenção de construção de condomínios no St. Chácaras Anhanguera de 2010 Decreto de suspenção de construção de condomínios no...
Além das suspenções das construções na região, em 2011, a então prefeita ainda capitou um recurso de R$ 116 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, para a execução de obras de infraestrutura em todo o bairro, que é o mais adensado da cidade e irradia problemas para várias outras localidades pela sua absoluta falta de urbanização.
Esse recurso não foi executado até o momento, teoricamente porque na gestão seguinte, da ex-prefeita Lucimar (PT), o projeto das obras teria sido enviado para a União sem a previsão da construção da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) como contrapartida, e depois, já sob Pábio Mossoró, porque, mesmo após ele receber mais de R$ 1,3 em março de 2018 para a elaboração do projeto executivo, quase três anos depois, em janeiro de 2021, o mesmo só tinha 63% concluso.
Um interlocutor do prefeito Pábio, que também já foram aliado da deputada Lêda, disse ao Jornal que essa interpelação pode fazer o prefeito falar a “verdade” sobre os casos abordados, trazendo prejuízo para a sua tentativa de eleger um sucessor:
"Se isso acontecer mesmo, Mossoró vai ter de dizer a verdade e deixar de desgastar a Lêda com esse assunto", disse ele completando:
"E isso vai atrapalhar ainda mais a eleição do nosso candidato, porque esse povo todo vai cobrar dele as obras que não saíram né?"
Pábio Mossoró e seu pretenso candidato a sucessor e ex-secretário de infraestrutura da cidade, Marcus Vinícius, lançaram em 10 de janeiro de 2023 as obras do chamado Consórcio Anhanguera, que prometia resolver todos os problemas da região, porém um ano e meio depois, quase todo o recurso já foi pago para a empreiteira, que não terminou nenhuma das quatro fases da obra e ainda deixou o bairro pior do que antes.
Sobre isso, e sob a suspeita de superfaturamento, Mossoró também está sendo investigado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO).
Veja o espelho da intimação acesse aqui:
Intimação contra Pábio Mossoró Relatório 1715908889004 Intimação contra Pábio Mossoró Relatório 1715908889004
Publicado por:
Redação - Entorno de Brasília
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