Moradores e comerciantes de Valparaíso I voltaram a denunciar o descarte frequente de dejetos por caminhões limpa-fossa na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Bairro  Etapa B. Segundo a comunidade, a movimentação constante dos veículos estaria diretamente relacionada ao forte mau cheiro que se espalha pela região, causando transtornos diários, afastando clientes do comércio local e levantando alertas sobre possíveis riscos à saúde pública, principalmente para crianças e idosos.

De acordo com relatos, o problema não é novo. Moradores afirmam que as reclamações se repetem há meses, sem que uma solução definitiva tenha sido apresentada. "O cheiro é insuportável. Tem dias que não dá para abrir a porta de casa. O comércio sofre, as pessoas passam mal, e ninguém explica exatamente o que está acontecendo", relatou um morador, que preferiu não se identificar.

Além do incômodo, a população demonstra preocupação com possíveis impactos ambientais. Há questionamentos sobre o tipo de resíduo que está sendo despejado, se a ETE possui capacidade técnica para receber esse volume de dejetos e se existe monitoramento contínuo da qualidade do ar, do solo e do entorno residencial.

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Comerciantes da região também relatam queda no movimento e prejuízos. "Clientes reclamam do cheiro, vão embora, não ficam. Isso prejudica diretamente nossas vendas", afirmou um comerciante local.

A comunidade cobra mais transparência, fiscalização rigorosa e divulgação de informações oficiais, incluindo laudos técnicos, autorizações de descarte e medidas concretas para eliminar o mau cheiro.

 

  • se o descarte realizado pelos caminhões limpa-fossa é regular e autorizado;
  • se há fiscalização e controle dos resíduos despejados;
  • e quais providências estão sendo adotadas para conter o mau cheiro e proteger a população.

 

A população afirma que continuará cobrando respostas e providências.

"Nosso direito é viver em um ambiente saudável", reforçam os moradores.