O serviço, executado pela prefeitura, inclui instalação de rede pluvial e recapeamento asfáltico, mas, segundo relatos de moradores, os problemas surgiram logo após as primeiras chuvas.

De acordo com a população, parte significativa do trabalho recém-realizado foi rapidamente danificada.
“Com a primeira chuva, levou metade do serviço”, criticou um morador, apontando que o asfalto e outras estruturas da obra não resistiram ao primeiro teste climático.

A situação também trouxe impactos para uma escola municipal localizada nas proximidades. Além da deterioração da via, o local passou a acumular entulho deixado após as intervenções, gerando preocupação entre pais, alunos e moradores da região.

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Segundo relatos, o material descartado irregularmente já começou a atrair pragas urbanas.
“O entulho já tem barata e rato”, afirmou outro residente, destacando o risco sanitário para quem vive ou circula na área.

Moradores também questionam a qualidade da execução e a fiscalização da obra, que deveria representar um avanço no saneamento e na drenagem urbana do bairro. Para muitos, o resultado inicial levanta dúvidas sobre se o investimento público está sendo aplicado com o devido rigor técnico.

Além das críticas à qualidade do serviço, surgem questionamentos sobre o momento político da obra, em um período marcado por movimentações pré-eleitorais. Para parte da comunidade, há o receio de que intervenções importantes estejam sendo feitas de forma apressada, priorizando visibilidade política em vez de durabilidade e eficiência.

Enquanto isso, moradores cobram explicações da prefeitura e das empresas responsáveis pela execução, além da correção imediata dos problemas constatados.

A expectativa da população é que uma obra anunciada como solução para problemas históricos de drenagem não se transforme em mais um exemplo de desperdício de recursos públicos e transtornos para a comunidade.