Maria Yvelônia se filiou recentemente ao Partido Liberal (PL), após, há cerca de duas semanas, ter participado de articulações políticas ligadas à federação Solidariedade. Na ocasião, o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto, anunciou publicamente a formação de chapa com pré-candidatos a deputado estadual e federal, evento no qual Maria Yvelônia esteve presente.

Naquele momento, Bruno Peixoto chegou a indicar, por meio de suas redes sociais, quem seriam os nomes que comporiam a base da federação Solidariedade, incluindo a participação de Yvelônia.

No entanto, o cenário político mudou rapidamente.

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Maria Yvelônia, que foi secretária municipal de Assistência Social na gestão do prefeito Rogério Cruz, passou a ser citada em meio a uma operação que ganhou destaque na mídia. Dois de seus auxiliares foram presos temporariamente, e, segundo informações, houve cumprimento de mandado de busca e apreensão em sua residência.

O caso ocorreu no Entono de Brasília , próxima à divisa com o Distrito Federal, e trouxe forte repercussão política.

Apesar das investigações, o presidente da Alego, Bruno Peixoto — que também é pré-candidato pela federação Solidariedade — saiu em defesa de Maria Yvelônia. Em suas redes sociais, classificou a situação como possível perseguição política.

Mesmo com essa defesa pública, Maria Yvelônia optou por deixar a federação e se filiar ao PL no dia 23, movimento que levanta questionamentos sobre os bastidores e possíveis divergências internas.

A redação do Agita Goiás tentou contato com Bruno Peixoto para esclarecer os motivos da saída de Maria Yvelônia da federação Solidariedade, mas até o momento não obteve resposta.