A prefeita de Formosa, Simone Ribeiro, primeira mulher eleita para comandar o município, continua enfrentando uma oposição ferrenha, mesmo mantendo uma gestão marcada pela transparência e comunicação direta com a população. Diariamente, Simone utiliza as redes sociais para prestar contas sobre obras, programas e investimentos, reforçando seu compromisso com a informação clara e acessível. Entretanto, essa postura firme e aberta nem sempre agrada a todos — especialmente setores da oposição.

Nas últimas semanas, um episódio envolvendo a retirada de maquinário da garagem municipal ganhou repercussão após vereadores e perfis políticos divulgarem acusações nas redes sociais. Porém, a investigação oficial trouxe um desfecho categórico.

A Polícia Civil de Goiás concluiu o inquérito e afirmou que não houve crime, não houve dolo, não houve desvio, tampouco apropriação indevida de bens públicos no uso ou na movimentação dos equipamentos. O relatório será encaminhado ao Ministério Público, conforme determina a legislação. O caso investigava a utilização de maquinário vinculado a um convênio municipal.

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Segundo a prefeita Simone Ribeiro, os equipamentos fazem parte de um convênio legalmente constituído e destinado ao atendimento de pessoas com deficiência. Em nota, ela afirmou:

 “O relatório é categórico: não houve crime, não houve dolo, não houve qualquer ação que configurasse desvio, apropriação ou benefício indevido por parte de mim ou de qualquer servidor da Prefeitura de Formosa.”

Apesar da conclusão clara das autoridades policiais, a disputa política permanece acirrada. No dia 5 de dezembro de 2025, sete vereadores protocolaram um requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). O objetivo é investigar supostas irregularidades relacionadas à destinação de bens públicos no convênio firmado com a OSCIP Construindo um Amanhã.

Vereadores citam vídeos divulgados nas redes sociais como indícios de materialidade — mesmo sem validação técnica e apesar do inquérito já ter descartado qualquer irregularidade.

Se instaurada, a CPI seguirá paralela às investigações criminais e poderá convocar servidores, solicitar documentos e examinar o histórico de movimentação dos bens.

Enquanto a oposição articula, Simone Ribeiro segue reforçando sua postura de gestão firme e transparente. A prefeita afirma que continuará trabalhando com foco no desenvolvimento de Formosa e na prestação de contas à população, independentemente das pressões políticas.