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O grupo do atual prefeito de Valparaiso de Goiás , está querendo fazer o seu sucessor mais parece que eles não tem muita opção para a sua sucessão da prefeitura de Valparaiso de Goiás, o mais cotado seria uma figura conhecida do Ministério Público do Estado de Goiás e do Ministério Público Eleitoral.
Entenda a história do jovem advogado Marcus Vinicius Mendes Ferreira , que começou a sua vida política em Valparaiso de Goiás entrando na vida pública e política pela porta de trás, por que em 2012 se candidatou ao cargo eletivo de vereador e foi acusado de compra de votos.
Conforme acusação, e aceitação pelo Ministério Público eleitoral em 2013, tendo comprado 200 votos cada um por cinquenta reais , foi assim que foi eleito o advogado Dr. Marcus Vinicius Mendes Ferreira , mais para a sua má sorte foi cassado e cumpriu os quatros anos por conta de uma liminar de segunda instância.
Não dando oportunidade para o suplente de vereador José Antônio, assumir .
Veja o que o Ministério Público Eleitoral diz na época :
O juiz José Augusto Melo Silva, da 33ª Zona Eleitoral, cassou na quinta-feira (07) o mandato do vereador Marcus Vinícius Mendes Ferreira, de Valparaíso, por compra de votos e abuso de poder econômico.
A negociação de 200 votos no Bairro Parque Marajó estava gravada em um CD entregue para constar no processo. No áudio, 13 cabos eleitorais discutiam sobre os valores pagos a cada um deles.
Com a decisão do juiz, o vereador teve o diploma cassado e foi declarado inelegível pelos próximos oito anos. O Presidente da Câmara Municipal de Valparaíso foi intimado a convocar o primeiro suplente do cargo, José Antônio Ribeiro para tomar posse. Apesar do efeito imediato da cassação, Marcus Vinícius Mendes tem o prazo de três dias para recorrer. (link da Justiça Eleitoral confira)
Em 2015 o vereador já ocupando o seu cargo, em seu gabinete, usava para sua promoção pessoal conforme relato do Ministério Público veja o relato:
O Ministério Público de Goiás está acionando o vereador de Valparaíso de Goiás Marcus Vinícius Mendes Ferreira por improbidade administrativa, consistente no uso das dependências e do patrimônio da Câmara Municipal para a prestação de “assistência jurídica gratuita” e captação de clientela com o propósito evidente de promoção pessoal. Segundo apurado pelo MP, há evidências veementes de que o vereador, associado com o chefe de seu gabinete, Francisco Miguel de Souza, e com a advogada Márcia Aparecida Teixeira, criou no âmbito da Câmara um serviço de assistência jurídica, cujo propósito é o de promover atendimento dos eleitores municipais, em benefício da imagem pessoal do vereador, com a indisfarçável finalidade de conquistar eleitores e votos.
Conforme consta na investigação, o esquema funcionava assim: o vereador Marcus Vinícius atraía os interessados na assistência jurídica, sendo que alguns atendimentos eram realizados em eventos denominados “Gabinete Itinerante”, em que o vereador e sua equipe de servidores públicos se deslocam do prédio da Câmara para atender diretamente as pessoas nos bairros. Assim, o chefe de gabinete Francisco Miguel atendia os interessados, utilizando o gabinete, os equipamentos e os servidores públicos da Câmara Municipal, onde colhia documentos e orientava os cidadãos, encaminhando-os para a advogada Márcia Aparecida Teixeira. Completando o ciclo, a advogada Márcia Teixeira, mãe do vereador, ajuizava as ações judiciais, utilizando os dísticos e símbolos da Câmara Municipal de Valparaíso e enfatizando que se tratava de um serviço de assistência jurídica franqueado pelo vereador Marcus Vinícius.
Para o MP, a materialidade do desvio do gabinete e dos equipamentos da Câmara Municipal em favor do esquema de improbidade está demonstrada pela diligência de busca e apreensão realizada pelo Ministério Público com autorização judicial no dia 19 de agosto de 2015, onde foram apreendidos: a) 21 pastas com os dizeres “Gabinete Vereador Marcus Vinícius, Assistência Jurídica, Ficha para atendimento”, de 19 pessoas diferentes; b) 7 pastas com documentos pessoais de terceiros; c) 1 pasta com procuração e timbre da Câmara Municipal; d) 12 envelopes com timbre da Câmara Municipal contendo documentos de várias pessoas, petições, decisões judiciais, mandados de citação e intimação e substabelecimento; e) 2 computadores com várias petições e documentos relacionados com os serviços de advocacia prestados no gabinete do vereador, o que prova o usa dos computadores públicos para a confecção de peças processuais.
A ação é assinada pelos promotores de Justiça Augusto Rachid Reis Bittencourt Silva, Oriane Graciane de Souza, Bruno Silva Domingos e Daniel Naiff da Fonseca. Improbidade Conforme sustentado na ação, a provas recolhidas indicam que Marcus Vinícius desviou agentes públicos, dinheiro e estruturas do Poder Legislativo para o funcionamento de um aparelho paralelo de serviço público de assistência jurídica. Para os promotores, “não é papel do Poder Legislativo providenciar assistência jurídica. Tal tarefa incumbe à Defensoria Pública, a qual, entretanto, não possui representação nesta comarca. Sem prejuízo da omissão do Poder Executivo estadual, é certo que o município de Valparaíso de Goiás custeia o serviço de assistência jurídica aos necessitados, cuja sede fica dentro do Fórum. O Centro de Assistência Jurídica mantido pelo Município, inclusive, desempenha ótimo trabalho nas searas criminal e cível, fato que é de conhecimento amplo”. Eles acrescentam ainda que o desvio de poder, o dano ao erário e a violação aos princípios do regime jurídico-administrativo expressam o comportamento doloso e direcionado.
Pedidos Na ação é requerida a imposição do pagamento de danos morais difusos e coletivos, considerando os atos de improbidade, que os atos foram praticados de forma sucessiva durante vários anos; que as vítimas são pessoas de pouca instrução, carentes e pobres que foram seduzidas pela promessa de conseguir atendimentos jurídicos gratuitamente; o nome, espaço físico e servidores da Câmara foram utilizados para atrair as vítimas e viabilizar a execução do esquema. Para os promotores, é indispensável que o valor do dano moral seja suficiente para punir os réus, desencorajando-os a reiterar e servir de alerta para os outros agentes públicos. Assim, é pedido o valor de R$ 200 mil.
Também é pedida a imposição do bloqueio de bens de Marcus Vinícius e de Márcia Aparecida no valor de R$ 1.202.100,00 e de Francisco Miguel no valor de R$ 310.000,00. No mérito da ação é pedida a condenação dos réus nas sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, com perda da função pública, proibição de contratar com o poder público, suspensão dos direitos políticos, além de ressarcimento pelos danos morais difusos causados à Câmara Municipal. (Texto: Cristina Rosa / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO - (Link do MP confira)
Mais com todo esse passado manchado de acusações o grupo do prefeito ainda em insiste que o Dr. Marcus Vinicius ,que ocupou o cargo de ex. secretário de obra no governo.
Será que seria um bom gestor para o município de Valparaíso de Goiás que conta com uma população de quase 200 mil habitante e segundo informações e a quinta economia do Estado de Goiás.
Ultimamente a imprensa do município que é paga pela prefeitura de Valparaiso tem noticiado que o ex. secretário de obra deste governo atual Dr. Marcus Vinicius e ficha limpa postando até mesmo uma certidão negativa da Justiça Eleitoral.
Sim, ele pode até ser ficha limpa mais o seu passado deixaram manchas dos seus feitos, por mais que o prefeito Pábio Mossoró ,o nomeou como secretário de obra não é o melhor nome por que atualmente a população já esta calejada, deste tipo de politico.
E segundo a população falar que ele não foi um bom secretário de obra com esse histórico todo negativo do seu passado, será que o Dr. Marcus Vinicius , vai ser um bom gestor? e o grupo do prefeito ainda consegue ter ele como pré-candidato a prefeitura de Valparaíso de Goiás.
Publicado por:
Redação - Entorno de Brasília
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